1. Carregue uma imagem portadora em um formato que o navegador consiga decodificar. PNG, BMP ou WEBP lossless são ideais; formatos lossy suportados, como JPEG, são aceitos e convertidos. Todo encode gera o PNG lossless mais furtivo; quando a mensagem real também cabe no caminho resistente, um segundo JPG é gerado.
2. O embedding é automático: o PNG principal usa o caminho orientado à furtividade que couber. Com senha, o cabeçalho protegido dele deixa de expor uma assinatura "STEGO" reconhecível. Ligue Modo de Alta Capacidade apenas quando precisar do espaço extra — ele usa os três canais RGB, prioriza capacidade em vez de minimizar as alterações do embedding e pode deixar traços estatísticos mais fortes em payloads maiores.
3. Digite a mensagem secreta. O medidor de capacidade mostra quantos caracteres cabem na portadora atual.
4. Opcionalmente, defina uma senha. A senha criptografa a mensagem real nas duas saídas quando o JPG resistente é gerado. No PNG lossless protegido ela também ativa proteção estrutural e de cabeçalho mais fortes; o JPEG resistente mantém seu próprio formato compatível e tolerante à recompressão. Sem senha, o conteúdo recuperado fica em texto puro.
5. Opcional: ative a Segunda mensagem (negação plausível) para esconder duas mensagens, cada uma com sua própria senha, e poder entregar uma guardando a outra. Ela é escrita nos pixels, então existe apenas no PNG mais furtivo.
6. Clique em Ocultar mensagem. O PNG é gerado como saída mais furtiva. Se a mensagem real couber no caminho resistente, um JPG também é gerado. A mensagem real é comum às duas saídas; a mensagem alternativa opcional existe apenas no PNG. Escolha a saída que combina com o jeito que você vai enviar.
ℹ Cada saída gerada é construída do zero. Os metadados originais — EXIF de câmera, perfil de cor e assinaturas digitais como C2PA — são removidos. A imagem visual permanece; tudo o que estava escrito ao redor dela, não.
⚠ Enviar importa tanto quanto esconder. O caminho seguro para o PNG é transferência como arquivo/documento: se um serviço o recodificar como foto, o payload nos LSBs dos pixels é destruído. O JPG foi feito para publicação e calibrado a partir de fluxos reais de WhatsApp, X, Facebook e Instagram, mas as plataformas podem mudar. Na ponta que recebe, salve o arquivo retornado — não copie a imagem exibida (Ctrl+C), porque isso pode reencodá-la e destruir a mensagem.
1. Carregue uma imagem em formato que o navegador consiga decodificar e clique em Analisar imagem. O pipeline forense e as tentativas de recuperação rodam no mesmo passo; a análise forense em si independe de senha. O suporte a HEIC/HEIF depende do navegador; se ele não conseguir decodificar o arquivo, a ferramenta pede conversão para PNG ou JPEG.
2. O Threat Score indica suspeita de mensagem oculta (esteganografia). Antes da recuperação direta, ele é heurístico: quanto maior, mais forte a evidência, com teto em 99. O valor 100 / CONFIRMADO fica reservado a conteúdo oculto válido recuperado diretamente por um método suportado.
3. Se a imagem contém uma mensagem protegida, insira a senha e analise de novo. Payloads do STEGO·STUDIO protegidos por senha podem não expor um cabeçalho reconhecível numa análise passiva, então a senha é necessária para tentar reconhecê-los e recuperá-los. Texto puro em framings reconhecidos/suportados pode ser recuperado sem senha. O Decoder também tenta OpenStego, LSB compatível com Stegano, stegv3 compatível com Stegpy, Cloacked Pixel, BMP compatível com wbStego4open, JPEG compatível com SilentEye 0.4.1, Luke/Jsteg CLI, JPHide v0.5, Steghide e OutGuess dentro dos limites de compatibilidade documentados em Como funciona. A Busca avançada de formatos, separada, cobre Stegify v1.2 single-carrier mais uma varredura ampliada de layouts LSB restrita (1–4 bits, canais comuns e as duas ordens de bits). Achados sem framing aparecem apenas como candidatos, nunca como recuperação confirmada.
4. O Índice de compatibilidade com origem compara a imagem com padrões heurísticos associados a fotografia, screenshot, arte digital e imagens geradas por IA. Os scores são independentes — vários podem ser altos. O maior score indica maior compatibilidade, não uma probabilidade calibrada.
5. Abra os indicadores para ver os detalhes técnicos de cada sinal e entender por que cada score foi atribuído.
⚠ Alguns métodos deixam apenas traços estruturais fracos. LSB Matching e esteganografia adaptativa ao conteúdo, como HILL, podem manter o Threat Score modesto mesmo com dados ocultos presentes. Eles podem escapar da detecção aqui. Um score baixo não é evidência de que a imagem não contenha dados ocultos.
ℹ A classificação de origem é heurística, não uma prova definitiva. Scores próximos entre si indicam que a ferramenta não conseguiu determinar a origem com certeza.
Tenta formatos que não possuem assinatura forte.
Cobertura atual: Compatível com Stegify v1.2 — single-carrier · Varredura LSB ampliada — 1–4 bits · canais · ordem de bits