1. Carregue uma imagem portadora. PNG, BMP ou WEBP lossless são ideais; outros formatos (JPEG, etc.) são aceitos e convertidos para um novo PNG na saída — a mensagem é sempre salva em um PNG sem perda.
2. Escolha como a mensagem é embutida. Padrão é o modo normal; alta capacidade (RGB) usa os três canais de cor para mensagens mais longas; Adaptativo (anti-detecção) esconde os bits em regiões de textura, onde ataques estruturais como RS/WS não os enxergam. Ative o Modo furtivo para também cifrar o cabeçalho — isso remove a assinatura "STEGO" que denuncia uma mensagem embutida. O furtivo exige chave.
3. Digite a mensagem secreta. O medidor de capacidade mostra quantos caracteres cabem na imagem escolhida.
4. Opcionalmente, defina uma chave. Com chave, a mensagem é cifrada (AES-256-GCM) e tem a ordem dos bits embaralhada antes de ser embutida — sem a chave correta, ninguém consegue lê-la, nem este Studio.
5. Opcional: ative a Segunda mensagem (negação plausível) para esconder duas mensagens na mesma imagem, cada uma com sua própria senha. Se alguém forçar você a revelar a senha, entregue a alternativa — ela mostra uma mensagem inofensiva, enquanto a real permanece protegida e indetectável, mesmo para quem tem o código desta ferramenta. As duas senhas precisam ser diferentes.
6. Clique em Ocultar mensagem e baixe o PNG gerado. Ele parece idêntico ao original, mas carrega a mensagem nos bits menos significativos.
ℹ A imagem gerada é um PNG novo e limpo. Todos os metadados originais — EXIF de câmera, perfil de cor, e assinaturas digitais como C2PA — são removidos no processo. Isto é intencional: a ferramenta não preserva nem reescreve metadados, para não falsificar a procedência da imagem.
⚠ Para enviar pelo WhatsApp ou redes sociais sem perder a mensagem, mande como arquivo/documento, nunca como foto — o reenvio como imagem recomprime e apaga os dados ocultos.
1. Carregue qualquer imagem — qualquer formato. A análise forense roda automaticamente e é independente de chave.
2. O Threat Score indica a suspeita de mensagem oculta (esteganografia). Quanto maior, mais forte a evidência de conteúdo escondido nos pixels.
3. Se a imagem contém uma mensagem cifrada, insira a chave e analise de novo para decodificá-la. A chave também é o que revela mensagens em Modo furtivo — o cabeçalho delas é cifrado, então sem a chave são indistinguíveis de ruído. Mensagens em texto puro são recuperadas automaticamente, sem chave.
4. A Probabilidade de origem estima se a imagem é fotografia, screenshot, arte digital ou gerada por IA. São scores independentes — vários podem ser altos. O maior é a origem mais provável.
5. Abra os indicadores para ver os detalhes técnicos de cada sinal e entender por que cada score foi atribuído.
⚠ Alguns métodos deixam apenas traços estruturais fracos. Stego adaptativo e LSB matching podem manter o Threat Score modesto mesmo com mensagem presente — a análise neural Pro (com o servidor online) detecta melhor esses casos. Um score baixo não garante que a imagem esteja limpa.
ℹ A classificação de origem é heurística, não uma prova definitiva. Scores próximos entre si indicam que a ferramenta não conseguiu determinar a origem com certeza.